Pelo Open Finance e pela B3, a Rica acompanha as suas contas, os seus cartões e os seus investimentos todos os dias e confere cada movimentação com o que você programou. O que você faz hoje continua alinhado com os planos que fez para o futuro.

O jantar de ontem já aparece descontado do limite de restaurantes do mês, sem você digitar nada. Se o mês começa a sair do programado, a Rica avisa enquanto ainda dá para ajustar: “Você usou 80% do limite de restaurantes deste mês.”

Quem tem conta em mais de um banco não precisa abrir três aplicativos e somar de cabeça. Com as contas juntas, você sabe o que ainda pode gastar até o fim do mês e quanto sobra para guardar. A Rica separa cada gasto sozinha, e você só corrige quando discordar.

Todo investimento tem um destino, como a entrada de um apartamento, a faculdade de um filho ou o dia em que você vai poder parar de trabalhar. As posições da B3 e as que vêm dos bancos aparecem juntas, e a Rica confere se cada plano está recebendo o que precisa.

Quando você aplica R$ 5.000 num CDB para a entrada do apartamento, a aplicação conta no objetivo. No fim do mês, você sabe se cumpriu o combinado e quanto falta. Veja como funcionam os objetivos.

Numa conversa pelo ChatGPT ou pelo Claude, dá para incluir no patrimônio o apartamento, o carro e o financiamento que você ainda está pagando. Com bens e dívidas no mesmo lugar, o número que aparece é o que você tem.

O Open Finance é o sistema do Banco Central para compartilhar dados bancários com a sua autorização. Você se identifica no aplicativo do próprio banco e escolhe o que compartilhar e por quanto tempo. A Rica nunca pede a sua senha, e a senha da B3 fica só com a B3.

As conexões só leem os dados. A Rica não faz pagamentos nem Pix, não compra, não vende e não resgata investimentos, e você encerra o compartilhamento quando quiser. Cada pessoa autoriza o próprio banco, então planejar junto com alguém não dá acesso às contas dessa pessoa.

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