Um plano começa com uma frase, como “quero dar a entrada de um apartamento em cinco anos”. A Rica conversa com você e transforma essa frase em números: quanto custa, quanto guardar por mês e de onde esse dinheiro vai sair.

Uma entrada de R$ 300.000 em cinco anos, sem contar rendimentos, pede R$ 5.000 por mês. Se a conta não fecha, a Rica mostra o que dá para ajustar, como mais prazo, outro valor ou menos gasto em alguma parte do mês.

Cada objetivo tem realizações. Uma realização junta o resultado que você quer, como ter R$ 300.000 na data escolhida, e o processo para chegar lá, como guardar R$ 5.000 por mês.

O processo vira metas, e cada meta anda em ciclos, normalmente mensais. No fim de cada ciclo, a meta recebe uma nota de 0 a 5 estrelas. Um mês ruim fica registrado, e o plano continua no seguinte.

Guardar R$ 5.000 por mês só funciona se esse dinheiro existir. Por isso o plano diz de onde ele vem: da sobra do mês, de um valor que você decide separar, de um gasto que dá para cortar ou de uma renda extra. Um limite de gasto só entra no plano se você aceitar.

Durante o mês, a Rica acompanha o que acontece nas suas contas e conta como você está: “Faltam R$ 1.200 para fechar o aporte do apartamento este mês.” Numa meta de gasto, o aviso chega antes do limite: “Você usou 80% do limite de restaurantes deste mês. Ainda cabem R$ 350 até o dia 5.”

Você escolhe se quer acompanhamento de perto ou só o essencial, e por onde os avisos chegam: celular, WhatsApp ou e-mail. Os lembretes que você pede entram no mesmo fluxo: “Me lembre amanhã às 18h de conferir a fatura.”

Caminhar três vezes por semana ou ler um livro por mês também cabem na Rica, como hábitos, lado a lado com os planos financeiros.

Experimentar a Rica por 7 dias grátis